quinta-feira, 28 de julho de 2011

Willem Kolff

Willem Kolff , médico holandês, inventou uma máquina de diálise, ou seja, um aparelho capaz de separar substâncias no estado líquido, filtrando-as através duma membrana que as restantes substâncias não conseguem atravessar.
Willem J. Kolff é considerado o Pai dos Órgãos Artificiais. Inventou a máquina de hemodiálise (rim artificial) em 1941 e tratou o primeiro paciente em 1943.

Andreza Grasselli

Jacques Cousteau

Militar, oceanógrafo e explorador francês. Nasceu em Saint-André-de-Cubzac. Desenvolveu veículos subaquáticos e, juntamente com o engenheiro Émile Cagnan, inventou o aqualung, cilindro portátil de ar comprimido para usar debaixo d'água em 1942.
Criou também a câmera de TV submarina e o escafandro autônomo. Seus estudos foram fundamentais para a exploração de petróleo no mar do Norte e para a pesquisa dos hábitos de muitas espécies de animais. Com a câmera que inventou, registra em inúmeros filmes, como a série O Mundo Submarino de Jacques Cousteau.

Andreza Grasselli

Paul Ehrlich

Ehrlich, professor em Berlim entre 1890 e 1904, colaborador de Robert Koch e diretor do Instituto de Medicina Experimental em Frankfurt, recebeu em 1908, juntamente com Ilja I. Metchnikov, o prêmio Nobel de Medicina. Foi o criador da quimioterapia e em 1909 descobriu, com o bacteriólogo japonês Sahatshiro Hata, o "salvarsan", um medicamento obtido a partir de mais de mil combinações de arsênico e utilizado no tratamento da sífilis.
Criou o "tripanrot", medicamento utilizado no tratamento da doença do sono e desenvolveu novos processos de diagnóstico baseando-se na coloração do sangue, das células vivas e dos tecidos. A investigação sobre a formação de anticorpos no organismo levou-o à descoberta da imunidade de cadeia lateral, baseada na idéia de que as células sanguíneas possuem cadeias laterais (grupos químicos) que se unem a certos grupos químicos dos agentes malignos. A moderna teoria imunológica baseia-se nesta tese.

Andreza Grasselli

Aerosol

Os mais significantes avanços nesse campo do aerosol foram alcançados por Erik Rotheim em 1931. O mesmo relatou o método para atomizar composições que envolvia a dissolução de materiais como, laque, sabonete líquido, resinas e produtos cosméticos em di-metil éter, num recipiente fechado onde as descargas eram realizadas através de uma válvula. Rotheim observou que o spray variava em função da quantidade de di-metil éter no interior do frasco.
Ele também constatou que era necessário construir a válvula de forma que o orifício que levava à câmara de expansão tivesse diâmetro menor do que o orifício aberto para a atmosfera.
Além disso, Rotheim revelou outras combinações que poderiam ser utilizadas como propelentes, assim como: cloreto de metila, isobutano, cloreto de vinila, etc.
A idéia de se usar os aerosóis como forma de aplicação de produtos cosméticos e medicinais foi imediata, porém era preciso primeiro provar a inocuidade dos propelentes para homens e animais e para tanto foram realizados vários testes.
Os clorofluorcarbonos (CFC) foram a condição essencial para a produção em massa de aerosóis.
Nasceu assim a indústria do aerosol, indústrias hoje onde se empregam sofisticadas máquinas e equipamentos movimentados por sistemas pneumáticos. A indústria do aerosol engloba a produção de produtos cosméticos, farmacêuticos, veterinários, domissanitários e industriais.
O aerosol consiste hoje em uma grande indústria, bastante aprimorada nos países desenvolvidos, onde equipamentos e produtos atingem alto índice de sofisticação.

Andreza Grasselli

Fibra Óptica

Suas raízes são do século XIX, como um dispositivo denominado FOTOFEN que convertia, utilizando a luz do sol e lentes montadas em transdutor que ao contato com o som vibrava, sinais de voz em sinais ópticos.
Narinder Singh Kanpany, físico indiano, foi quem inventou a fibra óptica, que passou a ter aplicações práticas na década de 60 com o advento da criação de fontes de Luz de estado sólido, como o raio laser e led.
Desde que foram desenvolvidas, as fibras ópticas representaram uma revolução na forma de transmitir informações. Ela vem sendo utilizada para transmitir voz, televisão e sinais de dados por ondas de luz, por meios de fios finos e flexíveis, constituídos de vidro ou plástico que, comparados com fios metálicos, apresentam inúmeras vantagens.
 É uma importante tecnologia, provada e aprovada, uma realidade reconhecida.
Na área dos Sistemas de Telecomunicações, a fibra óptica possui um campo bem vasto de estudo. Por isto o estudo de conceitos básicos de ótica é usado tanto em fibras como em feixes ópticos. O sistema óptico é parte óptica e parte eletrônica.

Andreza Grasselli

O sutiã

No final do século XIX o sutiã foi criado na França. Era uma tentativa de oferecer mais conforto do que o espartilho. Uma loja fez um sutiã com tecido à base de algodão e seda. O sutiã foi reconhecido em 1914 nos Estados Unidos. Ele era feito com dois lenços, um pedaço de fita e um pouco de cordão.
Os primeiros modelos achatam os seios e havia poucas opções de tamanho e o ajuste era feito por meio de presilhas nas alças. A partir da década de 20, uma empresa americana lançou modelos próximos dos atuais.
As lingeries eram consideradas símbolos de "status" pois a mulher bem arrumada passava a imagem de riqueza. Nessa época também surgiram as ligas feitas de lã, como uma necessidade de seguras as meias de algodão.
O elastano e depois o nylon surgiram como uma opção maravilhosa no mercado da lingerie, pois tinham preço acessível. Por volta de 1950, surgiram os modelos mais ousados de sutiãs, com arame para dar sustentação. Com o tempo sutiãs com bojo e sem alça ganharam força no mercado.

Andreza Grasselli


ZÍPER

Um zíper é um fecho de correr utilizado em roupas e em artefatos de couro feito de dois cadarços com dentes metálicos, que se encaixam por ação de um cursor.
Em 1893, W. Litcomb Judson de Chicago, EUA, patenteou um sistema de fecho que era feito de ganchos e fendas que se agarravam para abrir e fechar. Ainda era um esboço do que conheceríamos mais tarde como zíper. Só em 1913, Gideon Sundbäck, um sueco trabalhando nos Estados Unidos, desenvolveu as idéias de Judson e produziu um fecho semelhante só que sem os ganchos pontiagudos, usando no lugar "dentes" de metal. No começo, esse tipo de fecho era usado para bolsinhas que guardavam tabaco e dinheiro. Em 1917, a marinha americana começou a fabricar casacos que usavam o zíper na frente. Quem batizou o zíper de "zipper" foi B.G. Worth, baseado em modelos de fechos semelhantes usados em sapatos. Elsa Schiaparelli foi uma das primeiras estilistas a usar o zíper na moda, no início da década de 30.
Em Portugal adoptou-se a expressão "fecho éclair", vinda do francês fermeture Éclair, que se refere ao nome da sociedade detentora do registo da marca, Éclair Prestil SN. Esse expressão foi utilizada durante muitos anos, por fecho éclair ser uma marca mundialmente conhecida desde sua fundação em 1946.


Caroline Lazzari